A maldade da neutralidade
Assim, porque és morno, e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca. (Apocalipse 3.16) A neutralidade é vendida como o remédio para toda sorte de males. Quem a recusa, está fomentando a polarização. Quem a abraça é verdadeiro amigo da paz. É a utopia da imobilidade, a panaceia dos “em cima do muro”, a sabedoria dos indiferentes. Mas não funciona. Diante de um Hitler…
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